“ Em cada homem de talento existe, escondido, um poeta. Ele manifesta-se no escrever, no ler, no falar ou no ouvir.” – Marie Eschenbach
sábado, 21 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
Confissão de Lúcio
O livro inicia-se com uma breve introdução, em que o narrador, Lúcio, justifica o seu objectivo: confessar-se inocente após ter cumprido os dez anos de prisão a que fora condenado pelo assassinato de um amigo, Ricardo de Loureiro.
Em 1895, Lúcio vai estudar direito a Paris, onde encontra outro português, Gervásio Vila-Nova, que o apresenta a uma mulher, a americana, e ao poeta Ricardo de Loureiro.
A americana dá uma festa onde os três portugueses se encontram. Um mês depois da tal festa, a amizade de Ricardo e Lúcio estava cada vez mais forte. Passados dez meses, Ricardo retorna inexplicavelmente a Portugal e durante um ano os dois trocam cartas: Lúcio três, Ricardo apenas duas.
Em 1897, no mês de Dezembro, Lúcio volta para Portugal devido as saudades que tinha do amigo, e encontra-o casado com Marta, ou pelo menos vivendo com ela.
Durante vários meses Lúcio frequenta a casa de Ricardo e nesse tempo mantém uma relação com Marta nas costas dele. Mais tarde, ele descobre que Marta tem ainda outro amante, motivo que o levou a regressar a Paris.
Três anos depois, Lúcio volta para Portugal para tratar de uma peça, e encontra Ricardo, esse confessando que mandava Marta possuir os amigos que ele amava. Lúcio decide ir a casa deles e atira a Marta, mas ela desaparece, Ricardo sendo atingido pelo tiro.
Acho que gostei até demasiado do livro, porque, como já disse várias vezes, gosto deste tipo de histórias, e gosto em geral dos contos de Mário de Sá-Carneiro, acreditando que em cada um de eles estão escondidos bocados do autor. Não estava muito a espera do final, mas é sempre muito melhor quando as coisas nos surpreendem.
Recomendo o livro a todas as pessoas que estiverem a ler esta entrada.
Em 1895, Lúcio vai estudar direito a Paris, onde encontra outro português, Gervásio Vila-Nova, que o apresenta a uma mulher, a americana, e ao poeta Ricardo de Loureiro.
A americana dá uma festa onde os três portugueses se encontram. Um mês depois da tal festa, a amizade de Ricardo e Lúcio estava cada vez mais forte. Passados dez meses, Ricardo retorna inexplicavelmente a Portugal e durante um ano os dois trocam cartas: Lúcio três, Ricardo apenas duas.
Em 1897, no mês de Dezembro, Lúcio volta para Portugal devido as saudades que tinha do amigo, e encontra-o casado com Marta, ou pelo menos vivendo com ela.
Durante vários meses Lúcio frequenta a casa de Ricardo e nesse tempo mantém uma relação com Marta nas costas dele. Mais tarde, ele descobre que Marta tem ainda outro amante, motivo que o levou a regressar a Paris.
Três anos depois, Lúcio volta para Portugal para tratar de uma peça, e encontra Ricardo, esse confessando que mandava Marta possuir os amigos que ele amava. Lúcio decide ir a casa deles e atira a Marta, mas ela desaparece, Ricardo sendo atingido pelo tiro.
Acho que gostei até demasiado do livro, porque, como já disse várias vezes, gosto deste tipo de histórias, e gosto em geral dos contos de Mário de Sá-Carneiro, acreditando que em cada um de eles estão escondidos bocados do autor. Não estava muito a espera do final, mas é sempre muito melhor quando as coisas nos surpreendem.
Recomendo o livro a todas as pessoas que estiverem a ler esta entrada.
Autorretrato
Quem sou?
Sou uma pessoa que gosta de ficar a ver a chuva, que gosta de passar o tempo a contar as estrelas e que nunca se farta de ouvir música.
Sou muito tímida mas costumo ser bastante teimosa, portanto quando meto uma coisa na cabeça, nunca me sai de lá até conseguir atingi-la.
Gosto de Huskys, nuggets e livros. Adoro bandas, séries, narcisos e cores escuras, no entanto branco é uma das minhas cores preferidas. Não consigo ordenar os meus pensamentos no papel. Neste ponto de vista posso ser muito desorganizada.
Também adoro desenhar.
Quero muito ajudar os outros, com tudo aquilo que posso e me permitem. Odeio quando me mentem.
Não gosto de ser o centro das atenções. Tenho medo da rejeição e não sou muito boa a dar conselhos.
Fico sem jeito quando qualquer pessoa olha diretamente nos meus olhos.
Sou ambiciosa, porém pessimista.
Não sei dançar mas gosto de ver outras pessoas a fazê-lo.
Admiro as pessoas que me fazem rir.
O que pareço ser?
Sinceramente, acho que chegamos a parte mais difícil.
Nem sempre pareço ser aquilo que realmente sou, deixando algumas coisas à parte só para as pessoas que realmente querem sabe-lo.
Várias pessoas já me perguntaram se era perfecionista e a minha resposta foi sempre que não, mas se estiver melhor a pensar, até sou, tendo bastante cuidado com os pormenores.
Tirando isso, acho que pareço arrogante, embora nunca me foi dito, é apenas uma dedução minha.
Sei muito bem que pareço tímida e caladinha, mas não concordo muito com a ultima parte.
Pareço espontânea, e sou mesmo.
O que quero ser?
Quero ser uma pessoa bem sucedida na vida, quero passear no walk of fame, e quem sabe, até posso pisar a minha própria estrela.
Grandes sonhos para uma alma ainda tão jovem e com tanta vida pela frente, não é?
Quero ir para Nova Iorque e morar num desses apartamentos pequeninos com janelas grandes que dessem para uma vista esplêndida sobre a cidade.
Quero tirar a carta logo de primeira.
Quero visitar as sete maravilhas do mundo junto com a minha família.
Quero ser uma boa mãe para os meus filhos e uma boa esposa para o meu marido.
E mesmo quando desaparecer, quero que as pessoas se lembrem de mim com um sorriso na cara.
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